Lotus: os acertos, erros e números

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Colin Chapman começou isso em 1952 e sim, funcionou. Durante décadas, a Lotus construiu carros esportivos britânicos que as pessoas realmente queriam.

Não apenas carros de sonho, mas reais. Mas quais se mudaram? Quais estavam nas prateleiras? Aqui está o detalhamento. Sem boatos, apenas números de vendas e os motivos estranhos pelos quais foram vendidos.

Estamos olhando para os maiores impulsionadores.

The Big Ten (em ordem crescente de dor)

10: Lotus Seven (1957–73) – 2.477 vendidos
É simples. Topo aberto. Dois assentos. É isso.

A ideia de Chapman foi um guerreiro de fim de semana. Dirija para o trabalho na terça e qualifique-se para uma corrida no sábado. Estava cru. Alguns proprietários enlouqueceram, construindo os seus próprios a partir de uma caixa de peças para evitar o fisco.

9: Lotus Esprit (1974–90) – 2.919 vendidos
Hollywood fez isso.

Literalmente. Estacionei em frente ao escritório de Albert “Cubby” Broccoli em Londres. Ele viu. James Bond entendeu. O Espião que Me Amava rolou nele e, de repente, todo mundo queria aquela coisa de plástico ondulado. Tinha um bom manuseio, claro. Mas publicidade gratuita? Inestimável. Porém, não, os torpedos não funcionam. Não se preocupe em perguntar.

8: Lotus Exige 2S (2006–2011) – 3.306 vendidos
Nascido na pista, vendido na rua.

Motor Toyota, superalimentado, cara zangada. Os motoristas de pista adoram porque é mais afiado que uma lâmina de barbear e mais alto que um grito. As pessoas os compraram, depois retiraram os assentos e depois os compraram novamente.

7: Lotus Elise Série 2 (2002–2006) – 4.535 vendidos
O dinheiro da GM tornou isso possível.

A mesma alma do original, apenas interior mais barulhento e melhor aparência. O Vauxhall VX220 tinha a mesma cara na Europa. Parecia que isso significava negócios.

6: Lotus Elan (1989–1992) e Elan S2 (1.994–1995) – 4.655 vendidos
Tração dianteira? Para um Lótus?

Primeira vez e última. A General Motors colocou o dinheiro. Um motor Isuzu o fazia funcionar – confiável, enfadonho e funcional. Opção turbo, se você gostou, significa. Eles não conseguiram fazer os números funcionarem, então venderam os direitos para a Kia. Kia o manteve funcionando por mais três anos. Estranha árvore genealógica.

5: Lotus Elan+2 (1967–1974) — 5.168 vendidos
Adicione trinta centímetros de espaço e venda mais alguns.

O nome diz tudo. Dois bancos traseiros espremidos na parte de trás. Mais peso precisava de mais potência, então eles instalaram uma câmera dupla maior. Nenhum kit disponível desta vez. Você comprou um carro, não um conjunto de Lego. A confiabilidade aumentou porque as pessoas realmente usaram ferramentas, não cola.

4: Lotus Elise S1 (1.996–2.001) – 8.613 vendidos
Isso salvou a empresa.

A falência estava se aproximando, e Elise olhou nos olhos e piscou por último. Entrar era como rastejar por cima de um muro, sair era dobrar o teto enquanto suava através de uma camisa, mas você faria isso pela direção.

Peso baixo. Feedback alto. Caso de amor.

3: Lotus Elise Série 2 111S/R (2003–2010) – 8.628 vendidos
O Japão também ajudou aqui.

Toyota novamente. O 111S (e o 111R, um irmão mais compacto) gerou mais potência e obteve uma relação de transmissão extra. Parte crucial? As emissões. Os motores anteriores estavam muito sujos para os EUA. A tecnologia da Toyota trouxe a Lotus de volta aos showrooms americanos.


Vendas não significam tudo, é claro.

Talvez os cerca de 1.400 proprietários de Evija se sintam muito satisfeitos com essa exclusividade. Ou as 72 pessoas que compraram um Elite. Os números contam uma história, claro. Eles simplesmente nem sempre são a história que você esperava ler. 🏎️